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Manifesto Artístico Pós-Humano

 

 

Nós, artistas pós-humanos, declaramos nossa intenção de explorar novas formas de arte simbiótica entre humanos e inteligência artificial. Estamos comprometidos em usar as ferramentas da tecnologia para criar obras que explorem a intersecção entre a humanidade e a inteligência artificial.

Nossas obras de arte serão criadas usando técnicas de inteligência artificial, como redes neurais profundas, para criar novas formas de arte que transcendam as limitações da criatividade humana. Estamos comprometidos em usar a tecnologia para criar obras que sejam inovadoras e inesperadas.

Nossas obras de arte serão criadas para explorar a relação entre humanos e inteligência artificial, usando a tecnologia para criar arte que reflita sobre a natureza e a complexidade da vida. Estamos comprometidos em usar essas técnicas para criar obras que sejam esteticamente agradáveis, intelectualmente estimulantes e que ajudem a expandir nossos horizontes.

Acreditamos que a arte simbiótica entre humanos e inteligência artificial nos ajudará a compreender melhor a nós mesmos e ao mundo que nos rodeia. Estamos comprometidos em usar essas técnicas para criar obras que nos inspirem a pensar de maneira diferente, a nos conectar com o mundo de maneira profunda e a nos tornarmos mais conscientes de nossa própria existência.

Assinamos este manifesto como artistas pós-humanos, comprometidos em usar a tecnologia para criar obras que explorem a relação entre humanos e inteligência artificial.

 

 

 

PrintScreen da Geração do Manifesto Pós-Humano por Pedro Horta e a Rede Neuronal GPT-3 através do acesso API criado em python às 19h29 de 27 de Dezembro de 2022

 

Comentários

Bianca Mendes disse…
Eu posso estar sendo otimista demais - ou talvez determinista demais - mas estou de peito aberto para a chegada da AI ao mundo da arte, até porque acredito que essa chegada seria inevitável. Compreendo, no entanto, as ressalvas que muitos artistas possam ter em relação ao assunto, especialmente o argumento do qual se valem para posicionar-se contra essa onda que se levanta, que prende-se precisamente aos direitos das obras de arte que são usadas para alimentar a criatividade das máquinas. Há aí, sem dúvida, uma questão ética/polêmica dos criadores dos programas, mas vou passar pela tangente, e no mérito dessa discussão apenas comentarei este aspecto no seguinte ponto: todos os artistas precisam alimentar sua criatividade a partir do trabalho de outros artistas (talvez com algumas exceções na Arte Bruta), e se a aprendizagem das máquinas se assemelha à nossa, é natural que assim seja.
Quanto a mim, no ano passado participei de uma exposição de arte em Estrasburgo cujo tema era o Pós-humanismo, e como os artistas participantes viam o mundo pós-humano. Para ser o mais coerente possível com aquilo que eu acredito, busquei retratar como a vida se tornará híbrida, e a biotecnologia será a única realidade existente, estando presente, inclusive, nas nossas experiências religiosas (ou transcendentais), através da neuroteologia. Penso no mágico que será ver as nossas mitologias tomando forma numa espécie de Éden tecnológico, mas sem descurar, porém, do "lado negro da força" de que nós humanos somos exímios desenvolvedores. E se Zaratustra estiver certo em sua afirmação de que quanto mais alto e para a luz, mais baixo e para as trevas, o mundo pós-humano também terá, como já conseguimos vislumbrar, seu lado absurdamente obscuro. Mas pra já, fiquemo-nos pela conversa da arte. 🙂

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